Festa junina do Instituto Inverso acontece na 408 Norte com programação cultural e feira de economia solidária.
O Instituto Inverso realiza a tradicional festa junina no próximo sábado (27), das 15h às 21h, na sede da instituição, localizada na 408 Norte. Gratuito e aberto ao público, o evento reúne quadrilha, comidas típicas, música ao vivo, apresentações culturais e uma feira de economia solidária, onde artesãos e produtores locais poderão expor e comercializar seus trabalhos. A iniciativa conta com incentivo do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).
Programação e atrações
A programação prevê quadrilha, comidas típicas, música ao vivo e apresentações culturais ao longo do período informado pela organização. A feira de economia solidária oferecerá espaço para artesãos e produtores locais comercializarem seus produtos e dialogarem com o público. (Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil)
História e objetivos do espaço
Fundado em 2001, o Instituto Inverso atua há 25 anos como centro de convivência em saúde mental, arte e cultura. O espaço, inspirado no legado da psiquiatra Nise da Silveira, desenvolve oficinas, atividades artísticas e ações voltadas à promoção da inclusão, do bem-estar e da participação social.
Therezinha Maria da Rocha, oficineira de artesanato e diretora do instituto, afirma: “O centro de convivência é um lugar em que as pessoas não são apenas convidadas, mas fazem a festa acontecer. Aqui, elas realizam seus desejos, suas vontades e suas fantasias. A festa junina reúne tudo isso: sonho, fantasia e vontade. Cada um traz um pouco de si para esse momento”.
“A organização vem de dentro. A decoração e tudo o que é preparado refletem aquilo que os frequentadores do centro têm para oferecer à sociedade, aos familiares e a todos que quiserem celebrar conosco. A festa junina é isso”, complementa a diretora.
Fernando Modesto, secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, destaca: “As festas juninas fazem parte da identidade cultural brasileira e desempenham um papel fundamental na preservação das nossas tradições e no fortalecimento dos vínculos comunitários. Quando iniciativas como esta ocupam os territórios com arte, convivência e participação social, elas ampliam o acesso à cultura e fortalecem espaços que promovem inclusão e cidadania”.
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