O 6º Prêmio INAC de Integridade reuniu um corpo de 45 jurados responsável por avaliar os trabalhos inscritos na premiação nacional promovida pelo Instituto Não Aceito Corrupção (INAC). Formada por profissionais de diferentes setores da sociedade, a comissão julgadora teve a missão de analisar iniciativas relacionadas à integridade, transparência, ética e combate à corrupção.
A diversidade na composição do júri é um dos diferenciais da premiação. Jornalistas, juristas, representantes do Ministério Público, especialistas em governança, acadêmicos e profissionais de diferentes áreas participaram das bancas avaliadoras, ampliando a perspectiva sobre os projetos apresentados.
Entre os integrantes está a jornalista Paula Litaiff, fundadora da Rede Cenarium, que representa o jornalismo produzido na Amazônia no corpo de jurados. Sua participação coloca em evidência a atuação da imprensa regional em um espaço nacional de discussão sobre transparência, integridade e interesse público.
A presença de profissionais do jornalismo também está diretamente relacionada a uma das áreas de destaque do prêmio. Desde a terceira edição, o INAC passou a reconhecer o jornalismo investigativo, enquanto a categoria Comunicadores Locais valoriza trabalhos desenvolvidos por jornalistas e veículos de menor alcance nacional que contribuem para revelar situações de corrupção e irregularidades em suas comunidades.
Avaliação de trabalhos de todo o país
Na sexta edição, o prêmio recebeu 223 trabalhos provenientes de 20 estados brasileiros, abrangendo as cinco regiões do país. Os 45 jurados foram distribuídos nas bancas responsáveis pela avaliação das diferentes categorias, contribuindo para a seleção dos trabalhos que avançaram na competição.
A comissão avaliou projetos e iniciativas em áreas como Academia, Tecnologia e Inovação, Experiência Profissional, Boas Práticas de Governança Corporativa, Jornalismo Investigativo, Comunicadores Locais e Integridade no Esporte e na Cultura, além da categoria “Deu Certo!”, voltada a iniciativas reconhecidas em edições anteriores que apresentaram resultados concretos.
A formação multidisciplinar do júri acompanha a própria proposta do INAC de estimular uma cultura de integridade que ultrapasse os limites de uma única área profissional. A participação de especialistas com diferentes experiências permite que os trabalhos sejam observados sob perspectivas distintas, considerando tanto seu impacto social quanto sua capacidade de apresentar soluções para o enfrentamento da corrupção.
Paula Litaiff integra comissão julgadora
Entre os nomes que compuseram a comissão está Paula Litaiff, cuja trajetória no jornalismo e na produção de reportagens na Amazônia levou sua atuação para além do âmbito regional. Como integrante do júri, a jornalista participou do processo de avaliação de iniciativas inscritas em uma premiação que alcançou diferentes estados brasileiros.
A presença de Paula Litaiff também reforça a importância da participação de profissionais da imprensa regional em discussões de alcance nacional. A Rede Cenarium, fundada pela jornalista, tem atuação multiplataforma e produção jornalística voltada especialmente para temas relacionados à Amazônia.
Além de Paula Litaiff, a comissão contou com representantes de instituições e segmentos distintos, como a procuradora de Justiça e diretora da Escola Superior do Ministério Público de São Paulo, Tatiana Viggiani Bicudo. A composição evidencia o caráter plural do grupo responsável pela avaliação.
Júri teve papel decisivo na premiação
O trabalho dos 45 jurados foi fundamental para a seleção dos finalistas e vencedores da sexta edição. Após a análise dos 223 trabalhos inscritos, foram definidos os projetos que chegaram às etapas finais da premiação.
A cerimônia de entrega ocorreu no dia 24 de agosto, no Theatro Municipal de São Paulo. Ao todo, 41 profissionais e organizações foram reconhecidos entre primeiros, segundos e terceiros lugares nas categorias da premiação.
O Grande Prêmio INAC de Integridade ficou com a reportagem “Bonde dos Fantasmas”, da jornalista Roberta de Souza, publicada pelo jornal Extra. O trabalho também venceu a categoria Comunicadores Locais. Já na categoria Jornalismo Investigativo, o primeiro lugar ficou com Breno Pires, da revista piauí, pela reportagem “Verdadeiro comércio”.
A participação dos 45 jurados, portanto, representa uma etapa central da premiação e reforça a proposta de reunir diferentes olhares para reconhecer iniciativas que contribuem para o fortalecimento da ética, da transparência e do combate à corrupção no Brasil. Nesse contexto, a presença de Paula Litaiff entre os avaliadores amplia a representatividade do jornalismo amazônico em uma das principais iniciativas nacionais voltadas à promoção da integridade.
