Por determinação da governadora, o Governo do Distrito Federal inicia a ocupação do Centro Administrativo do DF (Centrad) em Taguatinga para reduzir despesas e concentrar órgãos.
Por determinação da governadora Celina Leão, o Governo do Distrito Federal dará início à ocupação do Centro Administrativo do DF (Centrad), em Taguatinga. A primeira pasta a mudar será a Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF), que já prepara a transferência para o complexo. A expectativa do GDF é ocupar gradualmente os 182 mil metros quadrados distribuídos em 16 edifícios. A própria governadora deverá transferir seu gabinete para o Centrad.
Detalhes da ocupação e da estrutura
O complexo foi entregue em 2014 e, segundo o governo, foi construído há pouco mais de 10 anos para reunir secretarias e órgãos em um único espaço. Apesar disso, o Centrad nunca foi inteiramente ocupado. O GDF pretende concentrar órgãos que hoje funcionam em prédios alugados em diferentes regiões do Distrito Federal, com a meta de reduzir despesas com aluguéis.
“A governadora vai organizar a logística dessa transição para não termos prejuízos. Tudo está sendo feito com muita responsabilidade e cautela”, afirmou o secretário de Economia, Valdivino de Oliveira. Em outra declaração, a governadora disse: “O dinheiro público precisa ser tratado com responsabilidade. A ocupação do Centrad representa economia, eficiência e respeito ao contribuinte do Distrito Federal”.
Trajetória jurídica e financeira
O empreendimento enfrentou entraves jurídicos, questionamentos contratuais e disputas judiciais envolvendo custos da obra e pagamentos pendentes. Durante anos, o espaço permaneceu subutilizado enquanto o governo discutia soluções legais e financeiras para viabilizar a ocupação definitiva.
“Estamos retomando um espaço estratégico, pensado para integrar o governo e reduzir despesas que hoje pesam nos cofres públicos como os contratos de aluguel”, disse Celina Leão. O governo diz que trabalhará com um cronograma escalonado de mudanças para garantir que a transição ocorra sem prejuízos ao atendimento da população.
Impactos esperados
Além da redução de custos, a ocupação do Centrad deve aumentar o fluxo de servidores, visitantes e serviços no entorno do complexo, o que pode influenciar a movimentação econômica de Taguatinga. O GDF afirma que a medida visa uma máquina pública mais integrada, com menos desperdício e mais planejamento.
Com informações da Seec-DF
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