Amazonas registra avanço no indicador de Eficiência da Máquina Pública e figura entre os estados que mais evoluíram entre 2023 e 2025.
O Governo do Amazonas alcançou o 4º lugar entre os estados que mais cresceram no indicador de Eficiência da Máquina Pública em relação a si mesmo nos últimos três anos, segundo o Ranking de Competitividade dos Estados – Especial Eleições, do Centro de Liderança Pública (CLP). A avaliação abrange o período de 2023 a 2025 e considera a variação dos indicadores normalizada para comparar a evolução das unidades da federação.
Crescimento regional e posição no ranking
Conforme a análise do CLP, os maiores avanços no pilar Eficiência da Máquina Pública concentraram-se em estados do Norte e Nordeste. O ranking de variação aponta o Rio Grande do Norte na liderança, seguido por Goiás, Acre e Amazonas. O recorte usado pelo estudo compara cada unidade federativa com o próprio desempenho anterior, identificando onde houve maior melhoria relativa.
O governador Roberto Cidade afirmou que a melhora nos indicadores sustenta uma prestação de serviços mais eficiente. “Esse resultado é fruto de muito trabalho e compromisso real com a população. O Amazonas mostra que é possível conciliar responsabilidade fiscal com eficiência administrativa”, disse o governador.
Posição em Gestão Pública e modernização
Além do desempenho no indicador de eficiência, o Amazonas está entre os dez estados mais competitivos do país na área de Gestão Pública. De acordo com o ranking, o estado saiu da 9ª posição e passou a ocupar o 6º lugar entre os que mais evoluíram na gestão pública nos últimos três anos.
A evolução para a 6ª posição reflete, segundo o secretário da Secretaria de Estado de Administração e Gestão (Sead), Robson Togni, investimentos em tecnologia e gestão fiscal. “O Amazonas tem buscado fortalecer sua máquina pública com investimentos em tecnologia e gestão fiscal responsável. Estar entre os estados que mais evoluíram e alcançar a 6ª posição nacional mostra que estamos no caminho certo, mas sabemos que precisamos acelerar ainda mais para alcançar os líderes nacionais”, afirmou Togni.
A análise técnica do CLP indica que o estado não apenas melhorou suas métricas, mas manteve consistência ao permanecer entre os dez melhores em Gestão Pública, o que, conforme o relatório, aponta uma base administrativa capaz de sustentar crescimento diante de desafios.
Metodologia e dimensões avaliadas
O Ranking de Competitividade dos Estados – Edições Eleições utiliza scores reconstruídos dos indicadores e os rankings anuais. Para medir a evolução, o estudo analisou variações normalizadas dos indicadores, permitindo comparações consistentes ao longo do tempo.
O levantamento mapeou a performance das unidades da federação em economia, segurança pública, gestão pública, sociedade e meio ambiente, usando séries históricas para fornecer um diagnóstico mais aprofundado da gestão dos governadores. O relatório distingue o ranking de trajetória, que mostra o posicionamento atual, e o ranking de variação, que indica os estados com as maiores evoluções reais em relação ao próprio desempenho.
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