Encontro reúne profissionais da rede municipal para apresentação de práticas pedagógicas e relatos de experiência.
A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), realiza nesta sexta-feira, 11/9, a primeira etapa da 12ª Socialização de Práticas Formativas (SPF), promovida pela Divisão de Desenvolvimento Profissional do Magistério (DDPM). O encontro, destinado a profissionais da zona rural ribeirinha, reúne educadores para a troca de conhecimentos e apresentação de trabalhos desenvolvidos nas escolas da rede municipal.
Programação e etapas
A programação foi organizada em duas etapas. Conforme a Semed, a primeira etapa, realizada em 11/9, é voltada aos profissionais da zona rural ribeirinha. A segunda etapa será destinada à área urbana e aos profissionais da zona rural rodoviária, marcada para os dias 23, 24 e 25/11.
O evento inclui comunicações orais, oficinas, conferências, apresentações culturais e relatos de experiências, criando um espaço para troca e reflexão entre os educadores.
Declarações da gestão
Segundo o secretário municipal de Educação, professor Arone Bentes, a iniciativa busca aproximar a Semed dos professores e valorizar experiências desenvolvidas pelos profissionais da rede. “Quem está aqui hoje participa da primeira etapa, com profissionais da zona rural ribeirinha, que estão apresentando seus trabalhos. É um momento único, e nós agradecemos o apoio de todos. Estamos fazendo esse trabalho seguindo uma determinação do prefeito Renato Junior, que anseia uma aproximação maior com os profissionais da educação”, afirmou.
A chefe da DDPM, Inez Alcântara, disse que o encontro representa a oportunidade de apresentar à sociedade os resultados de um processo formativo desenvolvido com os professores da rede municipal. De acordo com ela, o título desta edição aborda uma temática atual.
Trabalhos e experiências apresentadas
Entre os trabalhos apresentados está a experiência da professora Elizandra Melo, da escola municipal Canaã I, do rio Amazonas, que desenvolve pesquisa relacionada à inclusão no ambiente escolar. A docente afirmou que pretende dar continuidade ao estudo a partir das vivências construídas com os estudantes e defendeu que as práticas inclusivas precisam integrar o cotidiano das escolas: “Eu quero continuar levando essa pesquisa para frente, porque quero mostrar que a inclusão não é apenas algo colocado no papel. Ela acontece de verdade, e os alunos aprendem de verdade e vivenciam isso na sociedade”, comentou.
A programação busca estimular a produção e o compartilhamento de conhecimentos construídos no cotidiano escolar, segundo a organização.
Texto – Alexandre Abreu/Semed
Fotos – Ulisson Santos/Semed
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