Tribunal de Justiça do Amazonas alcança 1.º lugar no Índice de Desempenho da Sustentabilidade do CNJ com ações de gestão sustentável.
O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) conquistou o 1.º lugar no Índice de Desempenho da Sustentabilidade (IDS) – 2026, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com índice de 78,26%. O resultado foi anunciado durante a 4.ª edição do Judiciário Sustentável, na última sexta-feira (14/8), em Brasília, e vale para o segmento dos Tribunais de Justiça estaduais.
Resultado no ranking e comparação com outros tribunais
Com 78,26% no IDS, o TJAM ficou à frente dos Tribunais de Justiça de Roraima (TJRR) – 76,07%; de Rondônia (TJRO) – 73,93%; de Mato Grosso (TJMT) – 72,00%; e de Mato Grosso do Sul (TJMS) – 71,53%, que compõem as cinco primeiras posições do ranking. De acordo com o CNJ, o sistema de monitoramento inclui também indicadores específicos para Justiça Eleitoral, Justiça Federal, Justiça do Trabalho, Justiça Militar e Tribunais Superiores.
Para o presidente do TJAM, desembargador Jomar Fernandes, o resultado demonstra que a sustentabilidade vem sendo incorporada à gestão institucional como política permanente, envolvendo planejamento, responsabilidade no uso dos recursos públicos e participação de diferentes setores do Tribunal. “Esse resultado reforça o compromisso do Judiciário amazonense com uma gestão eficiente, responsável e alinhada à preservação do meio ambiente”, afirmou o presidente.
O presidente do Subcomitê de Logística Sustentável, desembargador Délcio Luís Santos, destacou que o índice revela o empenho de magistrados, servidores e colaboradores no cumprimento das metas e na implementação das ações de sustentabilidade. “Esse resultado é fruto do trabalho de todo o Tribunal. O Subcomitê organiza as ações, apresenta as metas e orienta as diretrizes, mas o cumprimento delas depende da colaboração e do comprometimento de todos os setores”, disse o desembargador Délcio Santos.
Sustentabilidade presente nas ações do TJAM
A política de sustentabilidade do Poder Judiciário, regulamentada principalmente pela Resolução CNJ n.º 400/2021, orienta tribunais na adoção de práticas ambientalmente corretas, economicamente viáveis e socialmente responsáveis. No TJAM, entre os principais resultados estão a redução do consumo e dos gastos com papel e copos descartáveis, além da diminuição das despesas com água envasada em embalagens descartáveis.
O Tribunal reduziu a quantidade de equipamentos de impressão e a quilometragem rodada pela frota de veículos da Corte. Houve também redução no consumo e nos gastos com energia elétrica, água e combustíveis.
Na gestão de resíduos, o TJAM ampliou a entrega de materiais para reciclagem e aumentou a destinação correta de resíduos eletrônicos, insumos de impressão, pilhas, baterias e lâmpadas danificadas. As medidas contribuíram para o reaproveitamento de materiais e redução dos impactos ambientais gerados pelas atividades do Tribunal.
Houve aumento nas aquisições e contratações sustentáveis, com incorporação de critérios ambientais em decisões administrativas. Segundo o desembargador Délcio Santos, o conjunto dessas ações demonstra que a sustentabilidade foi integrada à rotina do TJAM, com iniciativas voltadas à redução de impactos, ao uso racional de recursos e à consolidação de uma cultura institucional de responsabilidade socioambiental.
Assessoria e créditos
Carlos Eduardo Rocha
Arte: Gerada por IA
Fotos: Arquivo do TJAM
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